Contações de Histórias da tradição oral na forma da literatura de cordel - Com César Obeid
Neste trabalho recrio os "ditados populares", "adivinhas" e "superstições" para os versos da poesia popular. Também conto a história " A Velhota Fofoqueira", recriada da tradição oral. Este material faz parte do meu livro Minhas Rimas de Cordel da Editora Moderna.
Literatura de Cordel. Contador de histórias de cordel e improvisos! Com César Obeid Proposta: César Obeid conta o seu cordel de Natal! Entre as histórias são realizados improvisos integrando a platéia. O Livreto CORDEL, REPENTE E NATAL! É um completo passeio pelo universo do Natal através dos versos do cordel. Roteiro:
Cordel repentista. O cordel só toma vida quando dito! E que seja sempre bem dito! Falado, cantado ou interpretado, não importa! Diga um verso de cordel e comprove! É impossível ler um cordel em "voz baixa".
A Literatura de Cordel do nordeste na sua origem, entre as fábulas e histórias maravilhosas, chamadas “de Trancoso”, também era muito utilizada como ferramenta de comunicação e transmissão de conhecimento entre as comunidades. Era comum esperar o repentista(aquele que faz versos de improvisos ao som da viola) ou o vendedor de folhetos (poderia ser a mesma pessoa) para contar as novidades, acontecimentos, etc. Esse conhecimento era passado oralmente e em versos, alimentando assim a alma e o conhecimento das comunidades sertanejas. Hoje, com a utilização do rádio, da televisão, jornal e internet o cordel tinha tudo para estar enterrado, ser peça de museu ou apenas citação de folclore nos livros escolares. Puro engano! O cordel está vivo, atual, contemporâneo e sofrendo as mudanças dessa “nova era”. Os artistas populares e recriadores, dentro e fora do nordeste, fazem seus versos e os saem dizendo/cantando pelo mundo afora. E assim vai continuar por muito e muito tempo e cada vez mais.
É feita pelo cantador repentista que utiliza-se da viola nordestina, faz a chamada cantoria "pé- de- parede". O repentismo de viola agrega inúmeras modalidades. É a forma de improviso que mais se difundiu pelo país, pelo fato do povo nordestino sofrer por demais o processo migratório. A partir da década de setenta, a poesia repentista está sendo difundida em festivais.
Contações de Histórias da tradição oral na forma da literatura de cordel - Com César Obeid
Neste trabalho recrio os "ditados populares", "adivinhas" e "superstições" para os versos da poesia popular. Também conto a história " A Velhota Fofoqueira", recriada da tradição oral. Este material faz parte do meu livro Minhas Rimas de Cordel da Editora Moderna.
Literatura de Cordel. Contador de histórias de cordel e improvisos! Com César Obeid Proposta: César Obeid conta o seu cordel de Natal! Entre as histórias são realizados improvisos integrando a platéia. O Livreto CORDEL, REPENTE E NATAL! É um completo passeio pelo universo do Natal através dos versos do cordel. Roteiro:
Cordel repentista. O cordel só toma vida quando dito! E que seja sempre bem dito! Falado, cantado ou interpretado, não importa! Diga um verso de cordel e comprove! É impossível ler um cordel em "voz baixa".
A Literatura de Cordel do nordeste na sua origem, entre as fábulas e histórias maravilhosas, chamadas “de Trancoso”, também era muito utilizada como ferramenta de comunicação e transmissão de conhecimento entre as comunidades. Era comum esperar o repentista(aquele que faz versos de improvisos ao som da viola) ou o vendedor de folhetos (poderia ser a mesma pessoa) para contar as novidades, acontecimentos, etc. Esse conhecimento era passado oralmente e em versos, alimentando assim a alma e o conhecimento das comunidades sertanejas. Hoje, com a utilização do rádio, da televisão, jornal e internet o cordel tinha tudo para estar enterrado, ser peça de museu ou apenas citação de folclore nos livros escolares. Puro engano! O cordel está vivo, atual, contemporâneo e sofrendo as mudanças dessa “nova era”. Os artistas populares e recriadores, dentro e fora do nordeste, fazem seus versos e os saem dizendo/cantando pelo mundo afora. E assim vai continuar por muito e muito tempo e cada vez mais.
É feita pelo cantador repentista que utiliza-se da viola nordestina, faz a chamada cantoria "pé- de- parede". O repentismo de viola agrega inúmeras modalidades. É a forma de improviso que mais se difundiu pelo país, pelo fato do povo nordestino sofrer por demais o processo migratório. A partir da década de setenta, a poesia repentista está sendo difundida em festivais.
O objetivo de dar ao público o livreto e o barbante é que a brincadeira perpetue, que as pessoas contem as histórias, fazendo as figuras para os seus amigos e parentes, preservando e difundindo essas ricas manifestações da cultura popular.
Este espaço é destinado ao educador (professor, bibliotecário, agente de cultura, etc) que queira compartilhar com outros educadores suas experiências com o cordel em sala de aula. Meu objetivo é divulgar o que andam fazendo os colegas educadores para que possamos trocar experiências, dúvidas, idéias e é claro, rimas!! Mande seu depoimento, seu relato, seu cordel, cordéis de seus alunos, enfim, o espaço está aberto!!! Tenho certeza de que este espaço abrirá muitas portas para o cordel e o repente na educação. Sejam todos muito bem vindos...